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Nova gestão “Juntas e Juntos Somos Mais” assume para gestão 2025-2027

Na última semana celebramos a transição para a nova gestão “Juntas e Juntos Somos Mais” (2025-2027)! O evento, realizado na sede do SINASEFE Ifes, contou com a presença de representantes da gestão que se encerra e das companheiras e companheiros que assumem essa nova etapa de luta e resistência. Confira o vídeo da posse da nova diretoria.

Pagamento Retroativo para Professoras/es Titulares: Fique Atenta/o!

O Sinasefe Ifes tem atuado judicialmente para garantir o direito à retroatividade da promoção para Professor(a) Titular, assegurando que as/os servidoras/es sejam promovidas/os a partir do momento em que atingiram os requisitos exigidos. Diversas decisões favoráveis já foram conquistadas, garantindo a revisão funcional e o pagamento dos valores retroativos. ⚠️ Atenção! O prazo prescricional para cobrança dos valores atrasados é de 5 anos. 📌 Interessadas/os devem procurar o Sinasefe para mais informações e orientações.  

Outros destaques

Assembleia Geral Híbrida nesta sexta-feira (28) às 14h

O Sinasefe Ifes convoca a categoria para a Assembleia Geral Híbrida na SEXTA-FEIRA (28/03/2025), às 14h (primeira chamada), com quórum mínimo de 1/3 dos sindicalizados presentes. A segunda chamada será às 14h15, com qualquer número de participantes, conforme o art. 10º, §3º do Regimento Interno do Sinasefe Ifes.

VOTE AQUI | Participe da Eleição do Sinasefe Ifes – Biênio 2025/2027!

✨ Data e Horário: 25/03/2025 – Início: 9h | Término: 17h CLIQUE AQUI PARA VOTAR O Sinasefe Ifes convida toda a sua categoria para exercer o direito ao voto! A participação de cada pessoa é essencial para fortalecer nossa representação sindical. O processo é seguro, sigiloso e pode ser feito pelo celular ou computador. ✅ Vantagens da Votação Online: ✅ Sigilo absoluto ✅ 100% seguro ✅ Comprovante de voto garantido

Sinasefe Ifes se solidariza com professor vítima de intolerância religiosa dentro de sala de aula

O Sinasefe Ifes se solidariza com o professor Iuri Campos de Souza, do campus Vitória do Ifes, que sofreu preconceito religioso dentro de sala de aula na noite desta terça-feira, 18 de março, enquanto ministrava sua disciplina de Geografia. Ele foi questionado sobre qual era a sua religião e, ao responder que era candomblecista, sofreu ataques de intolerância vindos do intérprete de libras que atuava naquele momento. Os insultos consistiram em relacionar o candomblé a práticas demoníacas, sustentando se tratar de uma religião do capeta, entre outras ofensas. A direção do campus já foi informada sobre o caso e o intérprete, que é terceirizado, foi afastado de suas funções. O Sinasefe Ifes lamenta que não haja uma política de prevenção a esse tipo de preconceito dentro do Instituto, permitindo que ataques dessa natureza aconteçam e provoquem sofrimento às pessoas, ferindo suas identidades e a liberdade religiosa. É importante ressaltar que o Brasil enfrenta desafios no combate ao racismo religioso. Essa forma de discriminação se manifesta, principalmente, contra as religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda. Historicamente, elas sofrem perseguição e estigmatização expressas de diversas maneiras, desde agressões verbais e associação dessas práticas religiosas a elementos negativos, como aconteceu no Ifes, até as agressões físicas, incluindo a depredação de terreiros. Há raízes históricas que levam a isso, relacionadas à colonização e à escravização das pessoas negras, quando as práticas religiosas africanas foram marginalizadas e criminalizadas. A Constituição Federal de 1988 garante liberdade religiosa, mas a discriminação persiste, com relatos frequentes sobre essa prática, muitas vezes fomentada também pela omissão das autoridades e/os das instituições que deixam de tomar as medidas necessárias para interromper esta violência. O que se vê, infelizmente, é a perpetuação do racismo religioso por meio do preconceito e do ódio direcionados aos povos de terreiros, comunidades tradicionais de matriz africana e suas/seus adeptas/os, assim como pelos territórios sagrados, tradições, símbolos, religiosidade e culturas afro-brasileiras. A educação desempenha um papel essencial para interromper esse processo, sendo capaz de promover o respeito e a valorização das religiões de matriz africana. O Ifes precisa estar compromissado com a promoção do reconhecimento da importância histórica e cultural dessas tradições, garantindo a pluralidade dentro da instituição e desconstruindo preconceitos por meio de uma política criada para isso. Além disso, é preciso que o campus Vitória promova ações de cunho educativo e fortaleça o Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígena (Neabi) como mediador dessa política.

As inscrições para o Encontro Regional Sudeste de Mulheres estão abertas, e essa é sua chance de participar desse evento imperdível! Com o tema “Ser Mulher na Educação Federal: trabalho, carreira e cuidado”, o encontro acontece de 10 a 13 de abril de 2025, na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema/SP.

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✨ Data e Horário: 25/03/2025 – Início: 9h | Término: 17h CLIQUE AQUI PARA VOTAR O Sinasefe Ifes convida toda a sua categoria para exercer o direito ao voto! A participação de cada pessoa é essencial para fortalecer nossa representação sindical. O processo é seguro, sigiloso e pode ser feito pelo celular ou computador. ✅ Vantagens da Votação Online: ✅ Sigilo absoluto ✅ 100% seguro ✅ Comprovante de voto garantido

Sinasefe Ifes se solidariza com professor vítima de intolerância religiosa dentro de sala de aula

O Sinasefe Ifes se solidariza com o professor Iuri Campos de Souza, do campus Vitória do Ifes, que sofreu preconceito religioso dentro de sala de aula na noite desta terça-feira, 18 de março, enquanto ministrava sua disciplina de Geografia. Ele foi questionado sobre qual era a sua religião e, ao responder que era candomblecista, sofreu ataques de intolerância vindos do intérprete de libras que atuava naquele momento. Os insultos consistiram em relacionar o candomblé a práticas demoníacas, sustentando se tratar de uma religião do capeta, entre outras ofensas. A direção do campus já foi informada sobre o caso e o intérprete, que é terceirizado, foi afastado de suas funções. O Sinasefe Ifes lamenta que não haja uma política de prevenção a esse tipo de preconceito dentro do Instituto, permitindo que ataques dessa natureza aconteçam e provoquem sofrimento às pessoas, ferindo suas identidades e a liberdade religiosa. É importante ressaltar que o Brasil enfrenta desafios no combate ao racismo religioso. Essa forma de discriminação se manifesta, principalmente, contra as religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda. Historicamente, elas sofrem perseguição e estigmatização expressas de diversas maneiras, desde agressões verbais e associação dessas práticas religiosas a elementos negativos, como aconteceu no Ifes, até as agressões físicas, incluindo a depredação de terreiros. Há raízes históricas que levam a isso, relacionadas à colonização e à escravização das pessoas negras, quando as práticas religiosas africanas foram marginalizadas e criminalizadas. A Constituição Federal de 1988 garante liberdade religiosa, mas a discriminação persiste, com relatos frequentes sobre essa prática, muitas vezes fomentada também pela omissão das autoridades e/os das instituições que deixam de tomar as medidas necessárias para interromper esta violência. O que se vê, infelizmente, é a perpetuação do racismo religioso por meio do preconceito e do ódio direcionados aos povos de terreiros, comunidades tradicionais de matriz africana e suas/seus adeptas/os, assim como pelos territórios sagrados, tradições, símbolos, religiosidade e culturas afro-brasileiras. A educação desempenha um papel essencial para interromper esse processo, sendo capaz de promover o respeito e a valorização das religiões de matriz africana. O Ifes precisa estar compromissado com a promoção do reconhecimento da importância histórica e cultural dessas tradições, garantindo a pluralidade dentro da instituição e desconstruindo preconceitos por meio de uma política criada para isso. Além disso, é preciso que o campus Vitória promova ações de cunho educativo e fortaleça o Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígena (Neabi) como mediador dessa política.

As inscrições para o Encontro Regional Sudeste de Mulheres estão abertas, e essa é sua chance de participar desse evento imperdível! Com o tema “Ser Mulher na Educação Federal: trabalho, carreira e cuidado”, o encontro acontece de 10 a 13 de abril de 2025, na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema/SP.

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